SOCIEDADE DOS SONHOS

 

 

 
 
Nossos programas de rádio
são diferentes por que obedecem
critérios e estratégias que acreditamos
 e, se baseiam nas  propostas,
inovadoras, de uma nova realidade.
 

Todas essas ideias inovadoras relacionadas ao conceito de Sociedade dos sonhos apareceram de forma sistematizada em 1999, com a publicação de dois trabalhos revolucionários no campo dos negócios: de um lado, o livro A sociedade dos sonhos, do dinamarquês Rolf Jensen, e de outro, o estudo intitulado Economia da Experiência, dos americanos James Gilmore e Joseph Pine. Em síntese, o surgimento dessas duas obras representou uma das mais drásticas mudanças na maneira como até então era percebida a origem das demandas nos consumidores. Em primeiro lugar, Rolf Jensen – um dos mais importantes estudiosos dos hábitos de consumo da humanidade – introduziu no pensamento contemporâneo um conceito extremamente visionário: a sociedade dos sonhos. Segundo ele, a Sociedade dos Sonhos significa uma mudança fundamental no paradigma da produção industrial e da oferta de serviços, isto é, um fenômeno comportamental que anuncia novas necessidades e tendências de mercado, nas quais o componente emocional assume uma posição central na lógica do consumo.

 
   

 

De acordo com ele, os produtos e serviços tendem a adaptar-se às demandas provenientes dos “desejos do coração”, e não mais às demandas dos pensamentos racionais, sendo chegado o momento de se ofertar “acontecimentos exclusivos e eternamente memoráveis” pela sua forma, pelo seu sentido e pela emoção vivenciada.

Paralelamente a isso, do outro lado do Atlântico, James Gilmore e Joseph Pine, renomados especialistas em mercado pela Universidade de Harvard, chegaram a conclusões similares. Em Economia da Experiência – um complexo estudo sobre as tendências de vida e consumo na atualidade – eles apontaram que as ofertas, para contemplar as novas demandas, deveriam priorizar a “promoção e venda de experiências únicas”, ou seja, “emoções memoráveis para os consumidores em geral”. Dessa forma, os conceitos de produção e promoção, que até então estavam orientados pelo desenvolvimento tecnológico e pela excelência dos serviços, a partir dessas duas pesquisas deixaram de ser o alvo central das ofertas, abrindo um caminho definitivo para o mundo das experiências. “Mas, afinal, em que devem consistir as experiências para que obtenham valor econômico efetivo?” Pois bem, a resposta para esta questão passa fundamentalmente pela consideração de que “experiências são sonhos que necessitam ser materializados”, ou seja, “histórias que necessitam ser vividas, proporcionando ao consumidor conhecimento, lazer e conforto espiritual de forma concreta”. Isso significa, em última análise, que os negócios (assim como as comunidades em que estão inseridos) tendem, de agora em diante, a fundamentar suas atividades a partir de suas próprias histórias, e não mais a partir de informações desconectadas e dados impessoais. Assim, as melhores histórias – sendo apresentadas da forma mais humana e emotiva possível – seguramente serão aquelas que renderão os melhores lucros. Isso tudo, na verdade, pode parecer muito revolucionário e inovador. E, até certo ponto, é mesmo. Mas o importante é não perder de vista que a valorização do indivíduo enquanto ser sonhador, isto é, enquanto ser humano emocional, é algo que as sociedades primitivas jamais negligenciaram. Ao contrário da moderna economia industrial, que encara o homem apenas como um recurso humano, as comunidades primitivas o encaravam como um “percurso humano”; ou seja, o homem, para elas, era um “caminho” – um caminho de desenvolvimento em direção ao destino de seus próprios sonhos. Por isso, como afirma o próprio Jensen, as modernas economias contemporâneas têm muito a aprender com os povos primitivos, principalmente no tocante ao respeito pelos mitos e por suas histórias. Algo que a atividade turística, em sua essência, parece compreender muito bem

Novos tempos

 Segundo ele, a Sociedade dos Sonhos significa uma mudança fundamental no paradigma da produção industrial e da oferta de serviços, isto é, um fenômeno comportamental que anuncia novas necessidades e tendências de mercado, mercado, nas quais o componente componente emocional assume uma posição central na lógica do consumo. O estudo Sociedade do Sonho, de Rolf Jensen, atenta para o valor contido nas histórias e sua incorporação aos produtos: as lendas, os mitos e mesmo as histórias das famílias e do povo de uma localidade. Não precisamos inventá-las, elas já existem. Só precisamos contá‐las de uma forma melhor, incorporando‐as aos produtos.

 

 A publicidade na Sociedade dos Sonhos

 São muitas as denominações para a sociedade na qual vivemos hoje, e, tantas outras para definir que tipo de cidadão assume o papel de consumidor no cenário atual.

Na Sociedade dos Sonhos nossas necessidades materiais

 não tendem a ser reduzidas, no entanto,

o aspecto material receberá menos atenção.

Passaremos, assim, a nos definir

através de histórias e sentimentos.

De alguma forma, esse processo seria uma redescoberta do passado e da força que os mitos e as histórias possuem junto às comunidades, ou seja, de como elas podem persuadir e modificar comportamentos dentro dos grupos sociais. O intangível passaria a preponderar em detrimento tangível. O material se tornaria o passaporte para o sonho intrínseco a ele. Quando Bucci (2004, p.219) faz um paralelo entre o espetáculo e a mercadoria, ele conclui que “o capitalismo atual tem sua mercadoria antes na imagem da coisa que na coisa corpórea”. Ele sugere que os produtos começaram a representar símbolos e deixaram de ser apenas um objeto com uma determinada utilidade prática. As mercadorias deixaram, desse modo, de ser a representação de um objeto qualquer e passam a representar modelos de comportamento, estilos de vida, sensações, emoções e visões de mundo.

 “As histórias e o valor emocional que elas agregam seriam mais importantes nessa nova sociedade que o valor do produto em si. De alguma forma, estaríamos buscando valores que representam um mundo ideal que não estaria baseado no consumismo do bem material, mas sim na realização de sonhos. O lugar utópico que tais valores representam não seria o cotidiano mundano que vivenciamos hoje, no qual os produtos materiais estão inseridos, mas sim, um mundo imaginário, onde os sonhos e as fantasias se fazem reais. Assim, as estratégias de marketing das corporações estariam voltadas à venda desse mundo utópico e não mais do produto em si. Portanto, a publicidade é narrativa antes do simbólico do que da própria mercadoria em si, em harmonia à lógica da Sociedade dos Sonhos.

Um vinho, nos dias de hoje representa uma bebida alcoólica e que serve para enriquecer a mesa ou momentos agradáveis. Eles duram bastante e têm boa qualidade. Se você procura um Vinho que te alegre e sirva apenas para comemorar algo, o preço é R$ 30,00. A menos que você esteja buscando uma história. Se o Vinho apelar para o coração, representar um determinado estilo de vida, status, aventura, história ou  sentimentos o preço pode chegar a R$150,00. E o comprador nem vai notar a diferença, no aspecto físico ou material. Uma história possui muitos compradores, e você pode levar essa história junto com o vinho.

A mágia do rádio

Os Programas de Rádio, aqui comentados e produzidos, buscam  se conectar com essa nova realidade. Os Programas contam histórias e, junta a essas histórias curiosas, o comercial da empresa que acaba se fundindo com a história contada  e o produto ou serviço anunciado.  O efeito se fortifica com o Comercial , chamado por alguns de "testemunhal", isto é : o comercial de forma direta ou indireta esta dentro do programa, com a mesma voz e tonalidade do apresentador  formando um mesmo bloco. Fugindo do comercial normal do rádio incerido nos intervalos ou simplesmente anunciado como patrocinador ou apoiador.

Participação

Dependendo do Estabelecimento e, do tipo de produto oferecido, a participação popular é importantíssima. O mecanismo é facil, o ouvinte que tem uma história curiosa e, quer contar, vai até a loja ou estabelecimento patrocinador e coloca lá ( numa urna ) seu  nome e endereço ou manda por  e-mail. A produção do programa procura esse ouvinte e faz um programa especial com ele, inclusive contando como chegou até a produção. Todos os programas  possuem esse e outros dispositivos inovadores. Tanto os Programas: Um vinho, uma história; Histórias que me contaram; Profissão Esperança e Braço da Viola são recheados de dipositivos que envolvem e seduzem os consumidores ( ouvintes)

Como funciona

Todos os programas são gravados , produzidos e finalizados em estúdio próprio. O sucesso dos programas dependem de um "triunvirato", uma parceria de três:  Produção do Programa + Rádio + Patrocinador. Essa parceria, quando é boa para os Três  funciona e dá resultados estrondosos.  Os programas são enviados para as Rádios pela internet, CD ou Pen drive completo, já com os comerciais inseridos. Por um custo diminuto o patrocinador ou o Ouvinte, que quizer, pode receber um CD personalizado para o arquivo   pessoal.

Horários sugeridos

Neste particular entra o perfil do ouvinte que se quer atingir. Das 5 às 7 da manhã  procura-se atingir o agricultor e trabalhadar que está se preparando ou saindo para o trabalho. Das 8 às 12:00 horas  Donas de casa e alguns profissionais liberais como taxistas etc. Das 12:00 às 13:00 horas procuara-se atingir a família - hora do almoço. Das 13: às 14:00 horas  descanço. Das 22:30 em diante o público é reduzido Guardas noturnos, Enfermeiros, Plantonistas etc.Todos os Programas são elaborados para determinado público numa parceria perfeita do programa com o Patrocinador. Todos os Programas são curtos, de 5 minutos, 15 ou no máximo de uma hora, este nos sábados a tarde ou domingos. Saiba mais sobre este novo método de fazer rádio comunicando-se com :

 

 jnolasco@terra.com.br
054 30520674
Cel. 054 9970 09750
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